terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

Mergulhador Sagrado

Holy Diver - Dio

Holy Diver é, sem dúvidas, uma música boa pra caralho. Neste momento eu estou na biblioteca da minha faculdade desperdiçando um tempo que deveria estar sendo destinado a minha prova de Sistemas Distribuídos que vou ter na quinta feira a noite. Acontece que eu to com a cabeça meio cheia ultimamente e eu decidi que vou me permitir fazer o que eu não deveria estar fazendo sem ficar me martirizando depois. Falei de Holy Diver apenas por que é a música que estou ouvindo no momento, e eu tenho certeza que literalmente toda vez que eu estava escrevendo para o blog, eu também estava ouvindo música. Vou aproveitar esse gancho pra tocar em um assunto de interesse próprio, estou reassistindo Jojo Bizarre Adventures, e o que isso tem a ver com Holy Diver? Tudo, já que o Dio é tão incrível na banda quanto é no anime.

Cara, Jojo é bom demais. Me assusta que faça tanto tempo que eu assisti Jojo, e eu só me dou conta disso por lembrar de alguns acontecimentos:

- Quando eu comecei a ver Jojo, Golden Wind estava em seu lançamento semanal.

- Lembro claramente de segurar o choro com uma namorada que tive enquanto assistíamos a morte de um personagem bem metalicano, e isso foi em 2020, na época que não se fazia ideia do que viria a se tornar o COVID-19. Cacetada, essa é uma baita história que eu tenho que registrar um dia e torcer para que nenhum conhecido nunca encontre este blog.

- Li Stone Ocean e pelo menos metade de Stell Ball Run com minha querida amiga Diana e o meu cinéfilo preferido, Jonathan, ao longo da pandemia. Tive a oportunidade de conhecer ambos numa bolha otaku do twitter graças à minha amiga Bibia que também fazia parte da mesma bolha. O mais incrível é que já consegui conhecer as duas pessoalmente, baita realização. Consigo dizer com todas as palavras que as duas me salvaram nesse período, junto com a Úrsula.

Acho tão lindo pensar em todos os momentos que vivi com essa galera, fizeram e continuarão fazendo parte da minha vida até o dia da minha morte e eu espero nunca esquecer de todos esses momentos.

Sobre estar reassistindo o anime, é uma decisão que venho postergando a um bom tempo. Tô com vontade de fazer isso desde o anúncio de Stone Ocean (PORRA! EU ERA PEDREIRO ESSA ÉPOCA, perai que eu preciso de um parágrafo só pra isso).

Caralho! Acabei de me lembrar do momento em que vi o anúncio da nova temporada. Eu estava em horário de almoço, era um tempinho bem curto, uma hora para almoçar e descansar. Enquanto eu descansava, abri o twitter rapidinho e me deparei com o anúncio mais cabuloso que eu havia visto nos últimos tempos. Devo ter mandado na mesma hora pra Diana, na época que a gente lia o mangá, não tinha nem sinal de uma nova temporada. Só lembro que fiquei muito feliz e ansioso. O engraçado mesmo é que até hoje não acabei de assistir Stone Ocean. Mas cara, é meio compreensível pelo formato em que o anime foi lançado na Netflix.

Voltando para o parágrafo anterior, o que me motivou a reassistir de verdade foi o anúncio de Steel Ball Run, que eu nem cheguei a finalizar o mangá. Decidi que não vou, irei apenas reassistir com calma e aproveitar o anime mais uma vez. Dessa vez to assistindo com o Cadu, já vimos Phantom Blood e atualmente estamos no primeiro episódio de Battle Tendency, ainda falta muuuuuuita coisa, mas ta sendo bem legal.

Acabou que esse texto se tornou um texto sobre um pouquinho da minha experiência com Jojo, ou pelo menos como Jojo esteve presente em minha vida nos últimos tempos e afetou minhas relações sociais. Lembrei de uma foto que tirei carregando vários tocos no ombro enquanto fazia uma jojopose. Melhor ainda, me lembrei que eu tirava muitas fotos fazendo jojoposes, achava muito legal.

No momento, ta tocando Strange World de Iron Maiden no meu fone de ouvido. Uma música perfeita para uma despedida. Uma despedida direcionada a qualquer um que esteja lendo esse texto, e que sinto que esse alguém serei eu daqui a alguns meses ou anos. Adeus.


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